Festival Paredes de Coura - Fórum

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Autor Tópico: AMY WINEHOUSE EM BELGRADO  (Lida 886 vezes)
Black Rebel
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Long Way Down


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« em: Junho 24, 2011, 02:58:25 »

http://www.youtube.com/watch?v=g2_jKV31U9c

Mais uma vez o inexplicável aconteceu, com 12 datas na Europa Amy Winehouse é vaiada de uma forma alucinante pelos seus fans, entrando mais ou menos pela força de um seu homem do staff, Amy cambaleando e fazendo com que sua banda interrompa o início de uma música, Amy muito inquieta abraçando um dos músicos e falando com um outro, mostra nítida desorientação no comando se suas funções, sentando-se em uma das colunas da frente do palco a ajustar os sapatos até tirando um, gesticulando várias vezes com seus braços e passando a mão em um e outro sentindo o formigueiro que só de uma coisa pode ser. Nota-se perfeitamente a cantar que não dá uma para a caixa, sendo os espectadores a desenvolverem o tema cantando-o alto e bom som, ao mesmo tempo gritam de desconsolo com o que estão realmente a ver, uma triste figura de um seu ídolo, incompreensível depois de um tempo de desintoxicação em uma clínica, sai e inicia novamente borrada da grossa!! 18/06/2011. Chocado
(gD)

   
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vruuuuuuuuuuummmmmmmmmmmmmmm vruuuuuuuuuummmmmmmmmmmmmmmm vrum vrum
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o amigo alberto
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« Responder #1 em: Junho 24, 2011, 04:02:45 »

Mais uma vez se comprova que sem uma boa terapia comportamental há recaídas... Para além da eficácia dos fármacos para tratar dependências não ser a melhor, como também apresentam imensos efeitos secundários muitos doentes deixam de os tomar, e não dizem nada a ninguém. E claro está, se não houver uma boa base de suporte, é fácil após entrarem em contacto com um qualquer estímulo que lhes relembre a dependência e o bem-estar que esta lhes trazia voltarem ao início. Actuam igualmente os mecanismos compensatórios das vias do sistema dopaminérgico e outras a nível cortical, pelo que serão necessárias doses cada vez maiores para atingir o efeito pretendido (sensações aprazíveis), e com isso se agrava cada vez mais a situação. Para além de poder ter um polimorfismo que "naturalmente" a torne mais dependente de determinado tipo de substâncias, e dificulte a terapêutica. Então por que é que a deixam andar por aí, e não a internam compulsivamente? Quem a anda a tratar terá as suas razões, e só eles é que sabem. É do foro privado da doente.
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«Já dizia o teu avô Augusto: "Com Brutates, não labutates".»
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« Responder #2 em: Junho 30, 2011, 04:12:00 »

Estava com uma puta de uma moca, bem...
Vou-te dizer, Xau...Larau.. Páu Páu.
Nem o parabrisas a safava de semelhante nevoeiro.
E um vento do caralho, abanava por todos os lados.
tax.
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« Responder #3 em: Junho 30, 2011, 09:31:57 »

Estava com uma puta de uma moca, bem...
Vou-te dizer, Xau...Larau.. Páu Páu.
Nem o parabrisas a safava de semelhante nevoeiro.
E um vento do caralho, abanava por todos os lados.
tax.
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« Responder #4 em: Julho 01, 2011, 03:31:15 »

Mais uma vez se comprova que sem uma boa terapia comportamental há recaídas... Para além da eficácia dos fármacos para tratar dependências não ser a melhor, como também apresentam imensos efeitos secundários muitos doentes deixam de os tomar, e não dizem nada a ninguém. E claro está, se não houver uma boa base de suporte, é fácil após entrarem em contacto com um qualquer estímulo que lhes relembre a dependência e o bem-estar que esta lhes trazia voltarem ao início. Actuam igualmente os mecanismos compensatórios das vias do sistema dopaminérgico e outras a nível cortical, pelo que serão necessárias doses cada vez maiores para atingir o efeito pretendido (sensações aprazíveis), e com isso se agrava cada vez mais a situação. Para além de poder ter um polimorfismo que "naturalmente" a torne mais dependente de determinado tipo de substâncias, e dificulte a terapêutica. Então por que é que a deixam andar por aí, e não a internam compulsivamente? Quem a anda a tratar terá as suas razões, e só eles é que sabem. É do foro privado da doente.
Merece ser citado, quem fala assim não é gago.
O que mais me suscita é saber, que serve de exemplo para alguns. (muitíssimos)
Não é com outras drogas, que se ultrapassa o maléfico mal da situação.
Tudo isso nos leva de relance novamente ao esperado, por experiência.
Tem que ser com força de vontade e a frio, a ressacar como um... (cavalo)
Por incrível que pareça, as recaídas são as mais gozadas entre o toxicodependente.
Por incrível que pareça, as ressacas são a fonte do vício, que mentalidade burra.
Por fim, digo que é um assunto que nunca é demais debate-lo, curti bué amigo alberto.
tax. 

 
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o amigo alberto
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« Responder #5 em: Julho 23, 2011, 05:41:51 »

morreu.
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« Responder #6 em: Julho 24, 2011, 01:14:11 »

cheia de droga?
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o amigo alberto
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« Responder #7 em: Julho 24, 2011, 03:26:39 »

cheia de droga?

do que eles disseram, foi mais cheia de álcool
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caoserrano
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« Responder #8 em: Julho 24, 2011, 11:06:00 »

OD.
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Sou grande.


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« Responder #9 em: Julho 25, 2011, 08:13:56 »

Economia colombiana faliu.
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«In the wild, there is no healthcare. Healthcare is “Oh, I broke my leg!” A lion comes and eats you, your dead. Well, I’m not dead, I’m the lion, your dead!»  Dwight K. Schrute
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BANDA DOS EQUIDEOS E RATA HUMILDE OU NADA FEITLOL


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« Responder #10 em: Setembro 01, 2011, 07:12:24 »

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Francelina
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« Responder #11 em: Setembro 08, 2011, 08:07:26 »

Mais uma vez se comprova que sem uma boa terapia comportamental há recaídas... Para além da eficácia dos fármacos para tratar dependências não ser a melhor, como também apresentam imensos efeitos secundários muitos doentes deixam de os tomar, e não dizem nada a ninguém. E claro está, se não houver uma boa base de suporte, é fácil após entrarem em contacto com um qualquer estímulo que lhes relembre a dependência e o bem-estar que esta lhes trazia voltarem ao início. Actuam igualmente os mecanismos compensatórios das vias do sistema dopaminérgico e outras a nível cortical, pelo que serão necessárias doses cada vez maiores para atingir o efeito pretendido (sensações aprazíveis), e com isso se agrava cada vez mais a situação. Para além de poder ter um polimorfismo que "naturalmente" a torne mais dependente de determinado tipo de substâncias, e dificulte a terapêutica. Então por que é que a deixam andar por aí, e não a internam compulsivamente? Quem a anda a tratar terá as suas razões, e só eles é que sabem. É do foro privado da doente.

começa a escrever novelas cientificas.. fiquei interessada.
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Francelina
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« Responder #12 em: Setembro 08, 2011, 08:50:23 »

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