| jazz na relva
O jazz é na relva, mas esconde sempre o seu maior esplendor nas suas pequenas e profundas raízes. Às vezes parece que quer matar o silêncio, outras vezes é ele mesmo. Prisioneiro da liberdade, foge sempre até ao fim para de novo regressar. Sabe do eterno retorno, porém, esconde-se no labirinto do sentir.
Nesta deambulação desenfreada parece que gosta de nos fazer perder. É como um sapato que esmaga a bússola do nosso entendimento. Não. Não é nada disso. Apenas deseja que lutemos contra o nosso universo, para encontrarmos um outro. Não interessa se bonito ou feio. É o tormento da nosso coração e a paz da nossa alma. Jamais pode lutar contra a sua natureza. É o jazz.
nomes confirmados
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