Arcade Fire
18 AGO

Foi em 2005 que os Arcade Fire se estrearam em Portugal, num concerto na Praia Fluvial do Taboão. O acontecimento histórico, no palco principal do festival, vive até hoje na memória de todos os que o presenciaram, e no imaginário de todos os que o perderam.
Considerada uma das bandas essenciais do século, os Arcade Fire formaram-se durante o verão de 2003, depois de Win Butler ter ouvido Régine Chassagne numa exposição de arte de Montreal e terem começado a compor juntos. Numa mistura encorpada e eclética de bossa nova, punk, canção francesa e música pop, rapidamente encabeçaram a realeza do indie no início dos anos 2000. Depois do lançamento do primeiro EP, em 2003, a aclamação da crítica, e público, chegou em 2004 com o primeiro álbum, Funeral, resultado de uma catarse conjunta em estúdio. Depois de um ano exaustivo, a banda comprou uma igreja, cenário de gravação de Neon Bible, trabalho de 2007 marcado pela diversidade de instrumentos. Seguiu-se Suburbs, uma ode de 16 faixas universalmente aclamada e que chegou a número 1 nos Estados Unidos e Reino Unido e lhes deu, no ano seguinte, uma variadíssima lista de nomeações e prémios. Começaram a trabalhar no seu quarto lançamento em 2012, com James Murphy na produção. Reflektor foi uma vez mais aclamado e levou a uma ambiciosa tour mundial. Um documentário da tour, lançado em 2015, chegou a ser selecionado para ser exibido no Toronto Film Festival nesse ano. O antecipado álbum Everything Now chegou o ano passado.

Reconhecida como uma das melhores bandas ao vivo e com um lugar firme no topo das melhores bandas mundiais do actualidade, os Arcade Fire juntam-se ao cartaz da 26.ª edição do Vodafone Paredes de Coura.

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