The Blaze
15 AGO

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00:45

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Os primos Guillaume e Jonathan Alric chamaram a atenção com as suas produções filmográficas e uma perspectiva da música de dança que consegue ser sensível. A fusão funciona. O processo, que a banda diz demorado, pode começar pela imagem ou pela música, mas há elementos comuns: serem os próprios a dirigir os vídeos e resultar em algo visual e conceptualmente provocador. Uma combinação poderosa capaz de provocar uma catarse profunda e rasgados elogios dos fãs, onde se inclui o conceituado director do filme Moonlight, Barry Jenkings, que descreveu o vídeo de “Territory” como “a melhor peça de arte que já viu em 2017.”

The Blaze nasceram quando Jonathan pediu ajuda a Guillaume para criar um tema para o vídeo de um trabalho escolar. O nome foi adoptado por significar algo quente, forte, como o amor e a esperança, “algo capaz de destruir estereótipos”. O resultado é um som hipnotizante, que se desenvolve lentamente, e que pode ser visto em "Virile". Mantendo o impulso desencadeado pelo primeiro vídeo, os The Blaze começaram 2017 com o EP de estreia, Territory, onde seguiram o rito de iniciação para o qual nos convidaram em “Virile”. O vídeo de “Teritory” é mais uma produção surpreendente, com imagens poderosas e melodias pungentes e que incorpora a fúria de uma banda cuja habilidade de interpretação como produtora de vídeo e música não precisa de mais apresentações.

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